Pernambucano menos dependente do TCN

Aos poucos, o Pernambucano vai ficando menos dependente do subsídio do estado. Em 1998, quando a campanha promocional Todos com a Nota foi criada, o total de ingressos via notas fiscais correspondia a 90% da carga dos jogos.
Em 2011, esse número atingiu o menor índice do torneio desde então, com 48%. Esse fenômento é puxado pelos times da capital, com cargas promocionais menores ano a no.
A queda é inversamente proporcional ao aumento do número de bilhetes vendidos, com um valor maior àquele pago pelo estado. Neste ano, o dado chegou a 45%.
A consequência desta balança é o aumento da arrecadação do Estadual, que, em dois anos, passou de R$ 6,4 milhões para R$ 12,5 milhões. Aumento de 93%.
O gráfico acima mostra as mudanças no perfil do público presente nos jogo da competição nos últimos três anos, além do “campeonato das multidões” entre Sport, Santa e Náutico, nos últimos sete. Vantagen leonina: 4 x 3 sobre os corais.
Neste ano, além do contrato de naming rights com a Coca-Cola, a competição foi exibida na TV aberta e no pay-per-view, com 24 e 13 jogos, respectivamente.
Para quem um dia foi extremamente deficitário e dependente, até que o PE2011 mostrou que é possível reverter os dois caminhos…
Para ver o gráfico em uma resolução maior, clique AQUI.
Tags: FPF, Náutico, Pernambucano, Santa Cruz, Sport
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